Leonor Carneiro vence Volta a Paranhos

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Leonor Carneiro vence Volta a Paranhos

Dezembro 08, 2014 - 16:13
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Popular prova nortenha consagra vitória etíope na competição masculina.

A satisfação de Leonor Carneiro logo após cortar a linha de meta

Foram 1769 os atletas chegados à meta na 57ª edição da renovada Volta a Paranhos, que fez do Polo Universitário o novo ponto de concentração de uma das mais antigas provas pedestres que se realizam em Portugal (a mais antiga é a estafeta Cascais-Lisboa, com 75 edições).

A mudança do percurso, aliada ao fim-de-semana prolongado, contribuíram para fazer desta uma das mais participadas edições de sempre da popular prova nortenha (depois dos 1821 atletas registados em 2013) num evento organizado pelo Sport Comércio e Salgueiros e que acabou por ter como vencedores os favoritos à partida: Assim, o primeiro a cortar a linha de meta acabou por ser o etíope Getinet Gedamu, que desfez o grupo da frente por volta dos 6 quilómetros, para vencer de forma confortável, seguido de Rui Teixeira e Rui Muga, segundo e terceiro classificados respetivamente.

Duelo Leonor versus Doroteia

Em femininos, apesar de anunciada, a etíope Korahubesh Bebada acabou por faltar à chamada, deixando o caminho aberto para a vitória de Leonor Carneiro, que controlou os 10 quilómetros da prova para levar de vencida Doroteia Peixoto, a sua principal rival, que obrigou a atleta de Leça da Palmeira e agora ao serviço do Sporting a ter de se aplicar para sair com o triunfo em Paranhos, garantido nos metros finais de uma chegada ao sprint entre as duas atletas, que seguiram lado a lado praticamente durante todo o percurso de 10 quilómetros.

De salientar o surpreendente terceiro lugar de Luísa Oliveira, do Paredes Aventura, que fechou o pódio da classificação feminina, à frente de atletas como Sara Pinho (Sporting CP), Silvana Dias (Benfica) ou Daniela Cunha, do Várzea.

Sinal +

Mudança do percurso, com partida e chegada em local airoso;

Sinal -

Entrega de medalhas antes da prova e não no final (algo inédito), o que fez com que vários atletas tenham transportado a medalha em plena prova para depois tirarem uma foto de recordação;
Inexistência de indicações ou funil de chegada, gerando alguma desorientação dos participantes.